sexta-feira, 24 de abril de 2009

Grupos Vocais


Quanta saudade de postar!!
Estava difícil, muitos compromissos; Terminando o disco da cantora Lucia Helena, mandando o meu para fábrica, preparando para gravar uma canção com Toninho Horta. Sempre queria escrever e já era tarde, não tinha mais energia.
Quem lê o blog, sabe que eu falo um pouco de cada coisa, de amigos, de política, de fatos, me arrisco mesmo, mas o que realmente tem algum sentido é quando falo de música, que é a minha paixão maior.

Entrevistado pelo jornalista Paulo Moreira, da rádio FM Cultura, (dos maiores pesquisadores de jazz que eu conheço), fui questionado sobre os meus grupos vocais prediletos. Aqueles que mais me impressionam.
Primeiro falei que a minha escola toda foi o canto coral, comecei a cantar em corais com 4 anos, seguindo até os 18. Confessei que isso mudou a minha vida. Tocar um instrumento é muito lindo, muito especial, admiro demais os instrumentistas, mas fazer parte da harmonia, ser um voice, ser elemento fundamental na formação de um acorde coletivo e desse acorde formar canções, deveria ser obrigatório para todo e qualquer musicista, seja ele amador ou profissional.
Take 6 é divino, supremo, considerado assim por todos os admiradores da música a'capella. São mágicos, impressionam a todos os ouvidos, apurados e leigos. Os arranjos são ousados, as vozes se confundem com um instrumento de afinação digital. O recurso dos cantores, todos individualmente craques, podem ser característicos do seu naipe, ou se transformar em um grande lead vocal, comandando a canção.
Os hermanos uguraios do Suíte Montevideo me emocionam demais. Três homens e três mulheres cantam em espanhol de uma forma muito sublime, e fazem enxergar muitas imagens. Ignorando a escola americana de cantar, a américa do sul está bem representada no timbre do grupo. O CD Vocalismos é essencial, um trabalho primoroso de mixagem, tratamento impecável para um grupo genial. Não sai do aparelho de som, aqui em casa.
Os cantores do New York Voices me impressionam no aspecto individual. Claro que ninguém chega a ser um grupo vocal sozinho, como o Bobby Mc'Ferrin é, isso eu acho que é privilégio e loucura dele somente. Mas os cantores são grandes improvisadores. O solo em scat vocal, do cantor, no clássico "Giant Steps" do John Coltrane, deixa qualquer instrumentista no mínimo intimidado em improvisar a seguir.
Dos meus amigos italianos Massimo e Mimi Caravano, o Neri Per Caso é uma delícia, com um frescor jovem, ritmicamente poderoso, sem deixar de ser fino e bem harmonizado, a galera manda muito bem. A repaginada nos clássicos do Bob Marley, são um sucesso no mundo inteiro. A condução dos arranjos sempre abusa dos ritmos, com simples silabas que viram baixo, guitarra e guitarra com wah wah. Uma cama para o solista dizer a melodia central.
E agora é a vez dos brasileiros. Eu juro que não é bairrismo meu, gente. Sério. Eu adoro a obra do grupo Garganta Profunda por exemplo, mas o grupo vocal Expresso 25 é genial!!! Trata-se de um antigo e tradicional coral gaúcho, de tradição alemã, que ganhou nível global com a chegada do Maestro Pablo Trindade-Roballo. Apesar de ser uruguaio, com competência para arranjar e conduzir orquestras, o maestro é íntimo da música brasileira, e profundo conhecedor do trabalho com vozes (o que já sabiamos pela Suite Montevideo, também coordenado por ele). O grupo atualmente canta um repertório muito bem escolhido de música popular brasileira. Arranjado exclusivamente pelo Maestro Pablo. É de chorar. É completo. Diferente dos grupos acima, é formado por cantores amadores, todos com outras profissões, mas mesmo assim, o grupo não perde em técnica, em ousadia e em sofisticação.


sábado, 28 de fevereiro de 2009

Igualdade entre as raças

O mundo está otimista. Estados Unidos da América elegeu seu primeiro presidente de pele negra. Parece algo do passado falar em racismo, mas não é. Em 1880, 129 anos atrás, Joaquim Nabuco e José do Patrocínio lutavam criando uma sociedade com objetivo abolicionista, incentivando a fomentação de cartas de alforria por todo país. Minha bisavó, nascida em 1906, não foi escrava, mas sua mãe era escrava quando jovem. Sem falar do racismo oculto, que é visível na sociedade nos dias de hoje. Eu não sou negro, sou uma mistura de Portugueses por parte de mãe e Italianos por parte de Pai, mas minha família, de pele escura, sempre sofreu preconceito. Talvez porquê a maioria tem formação superior, emprego, casa própria, o que infelizmente não é a realidade na maioria da raça negra, ainda muito marginalizada, residindo nas periferias, com poucas oportunidades, certamente porquê a raça negra, no brasil, está se recuperando de 350 anos de escravidão, com apenas 100 anos de liberdade. Em 2009, o primeiro presidente negro dos EUA foi empossado e me emocionou muito. Não por estar iludido, achando que o mundo está em perfeitas condições para a governabilidade de Obama. O mundo está um caos. Nos EUA, a expansão dos empréstimos e dos negócios no início deste século, gerou possivelmente a maior crise econômica que eles já enfrentaram. Obama tem muito trabalho e está sujeito a fracassar, mas minha emoção é pela igualdade racial.
Sobre as cotas raciais nas universidades, o papo é mais embaixo. Defendo as cotas, pois são uma forma da sociedade se redimir diante do retardo herdado pelos negros, que trabalharam sem remuneração durante trës séculos. Se a forma de ação ainda não está perfeita, ok, podemos acertar isso, as coisas vão se ajeitando e melhorando com o tempo. O importante é começar.
Eu estou muito longe da sabedoria nescessária para falar sobre essas coisas políticas e polêmicas, sou um simples ser, cheio de pensamentos, desejos e ambições, usando desse espaço para escrever meus sentimentos.
Desejo toda sorte à Obama, nosso representante.

quinta-feira, 26 de fevereiro de 2009

3-5-2, 4-4-2 ou 4-3-3 ?


Terminou o jogo do Inter, pela seminfinal da Taça Fernando Carvalho e eu fiquei me perguntando sobre a formação tática ideal e a escalação do time. Antigamente o futebol era muito mais ofensivo, hoje existe um planejamento rigoroso para o sistema defensivo, alguns até "retranqueiros" demais. Claro que o time dos sonhos, está no equilíbrio perfeito entre defender e atacar, mas eu acho que os técnicos poderiam ousar um pouco mais, principalmente quando contam com um plantel de jogadores talentosos, como é o caso do Internacional.
Hoje o que se vê no Inter, é um 4-3-3, com D'alessandro, Taison e Nilmar bem a frente. Esse esquema eu vi funcionar de forma espetacular, no Barcelona de 2005, com Ronaldinho, Eto'o e Messi (Giuly, Larsson), o que difere é o estilo de jogo do Eto'o, ele era veloz, agil e inteligente, como Nilmar, mas também era um cabeça de área incrível, preciso, fortão, oportunista e mortal. como o Ronaldo de 97, (na Inter de Milão). Sem falar no Ronaldinho, que jogava solto, virava segundo atacante, cruzava, fazia lançamentos e ainda batia falta.
Acho que o Nilmar não é um camisa 9. Ele é um camisa 7 ou camisa 11, tão competente que pode superar o camisa 9 de ofício, em saldo de gols, ao final do campeonato. No corinthians ele jogava com Tevez, dava merengue pro castelhano e fazia uma correria incansável, além de estar sempre bem posicionado pra marcar. Virou artilheiro.
O que mais me desmotiva, é ver um time de craques, esperando brechas, tocando a bola na frente da área, futebol burocrático, isso me deixa nervoso. A torcida quer ver craques com vontade de joga, vontade de ganhar.
Mas é difícil estar no lugar do técnico. Tem que ter muita personalidade e luz. Porque o futebol é uma profissão de homens ricos, essas estrelas do porte de Nilmar e D'alessandro, são milhonários, vaidosos, é difícil montar um time matador, se não houver uma admiração muito forte desses para com o treinador, acredito eu.
As variáveis são muitas e todo torcedor se sente um pouco treinador do seu time, matando minha vontade, o meu time hoje seria um 3-5-2 moderno, com: Lauro - Índio, Álvaro e Bolívar - Kleber, Guiñazu, Sandro, Taison e D'alessandro - Nilmar e Alecssandro (Walter). Acho essa idéia matadora.


segunda-feira, 16 de fevereiro de 2009

Amigo do Peito


Grandes amizades são fascinantes.
Dizem que os amigos são a família que agente escolhe, por carinho e afinidade. Hoje eu queria apresentar para todos que visitam meu blog, um grande amigo, o Maurício.
O nome Maurício, no seu significado, vem da Mauritânia e representa homens de pele escura, morenos, que lutam muito por seus objetivos e valorizam muito os amigos.

Este Maurício da foto acima, nasceu no dia 4 de Fevereiro de 1985, no Hospital São Lucas da PUCRS, em Porto Alegre. Mesmo local do meu nascimento. Minha mãe entrou no hospital no mesmo dia, porém minha teimosia a fez esperar até o dia seguinte. Nasci no dia 5 de fevereiro do mesmo ano. Portanto, Maurício é o meu amigo mais antigo.
Depois da parceria na maternidade, nos reencontramos no centro espírita Paz e Amor, somos colegas de evangelização desde criança, no espiritismo, revelador e consolador, encontramos uma afinidade a mais, no desejo de sermos melhores, evoluindo nessa jornada da encarnação.
Amizades verdadeiras são aquelas onde podemos ser nós mesmos, sem todo aquele malabarismo para esconder nossos defeitos, nem aquela vontade de se auto-afirmar, para ressaltar as qualidades.
Contradizendo os ditados populares, eu acho que o amigo verdadeiro se mostra nas horas boas. Quando estamos felizes com aquela notícia boa, quando somos premiados por um trabalho que se destacou, quando o holofote está mirando agente e aquele amigo está ao nosso lado, feliz com a nossa felicidade, curtindo junto, sem concorrência ou "dor-de-cotovelo".
Confesso, são poucos, pouquíssimos, mas eu tenho alguns amigos assim. Maurício é um deles.
Honrando seu nome, é um cara determinado e muito amigo.
Grande Maurício, estarei sempre aqui companheiro. Fiel e resignado para possíveis horas ruins, atento para nossa melhoria conjunta como seres humanos e principalmente para as horas boas, vibrando com teus triunfos, curtindo junto os momentos bons que a vida nos reservará.

sexta-feira, 30 de janeiro de 2009

Inspiração Colorada





Estou distante do meu blog.
Esse mês de janeiro, não teve nada de férias pra mim, teve muito trabalho, mas um trabalho emocionante. Realizamos o sonho de fazer o disco em homenagem ao centenário colorado.
O Internacional é meu clube do coração, desde pequeno. Na minha família todos somos colorados, tirando um que outro desertor, o clube do povo conquistou nossos corações.
A música sempre tomou quase todo meu tempo, ciumenta e sedutora, sempre me levou aos shows, recitais, ensaios. E talvez pela falta de habilidade com a bola, somada ao sobrepeso, passei distante do "planeta bola".
Em 2005, comecei a acompanhar todos os jogos no campo e assistia na tv o campeonato espanhol, com Ronaldinho Gaúcho protagonizando as jogadas mais geniais já vistas pela minha geração. A paixão me pegou!! Foi fulminante.
Encontrei no futebol muita semelhança com a música, a improvisação que me encanta no jazz, está presente no futebol de outra forma, Ronaldinho Gaúcho me lembrava Miles Davis, pela ousadia, malandragem, deboche, muita técnica e um poder de improvisação absurdo.
Neste ano, o Internacional sofreu com a corrupção do futebol, compraram o título do campeonato brasileiro para o corinthians, aquilo teve efeito contrário, ao invés de me afastar, me trouxe pra mais perto do futebol. Em 2006, acompanhei todos os jogos do Inter, chegava antes, assistia os treinamentos, observava os jogadores chegando, descendo do ônibus.
Somos campeões mundiais!!!!!
Ganhamos no Japão do barcelona e do Miles Davis da bola. Isso mudou minha vida. Me fez acreditar mais ainda que tudo é possível, que nada é longe, tudo é próximo da gente quando agente quer com muita força e muito trabalho.
Agora por aproximação das energias, estou produzindo esse disco que conta com gente muito talentosa, entre compositores, cantores, músicos, os idealizadores do Clã Suman, o disco tem 17 faixas animadíssimas em homenagem ao colorado, eu além de produzir em parceria com meu colega Paulinho Fagundes, canto o hino do clube, a canção "Celeiro de Ases" de Nelson Silva. Foi muito emocionante gravar, para me inspirar, fui até o beira rio, caminhei por lá, cantei em voz alta em volta do estádio. Depois fui direto para o estúdio, cheio de inspiração e amor para cantar o hino do meu clube.
Dia 4 de Abril, aniversário de 100 anos do clube, todos poderemos ouvir o disco.
Parabéns Sport Clube Internacional
Todo o nosso amor!!!

sexta-feira, 9 de janeiro de 2009

Trégua!!

Hoje uma notícia estragou meu dia.
Me senti muito mal. E infelizmente meu emocional abala meu físico, passei a tarde com dor de cabeça forte, vontade de vomitar, um mal estar contínuo.
Desde o 27 de dezembro, os jornais anunciam que Israel está atacando Gaza, por consequência, estão morrendo muitos palestinos. Tudo por conta da revolta contra os militantes do Hamas. Juro que essas notícias entravam por um ouvido e saiam por outro, acho que meu inconsciente pensava, "nossa que triste né?", um triste corriqueiro, como quem não quer se entregar.
Hoje doeu. Doeu muito. Me coloquei no lugar daquelas crianças chorando, correndo das bombas, sem saber o porquê de nada, sem saber o porquê de tamanha maldade. No rostinho delas, o medo, o caos.
Hoje pensei na minha infância, eu era muito angustiado, chato mesmo, sofria por não ser adulto, queria ser respeitado, mesmo sem falar coisa com coisa. Eu queria era ser especial. Depois fui me acalmando (pouquinho só), fui entendendo que especial eu era e seria sempre, pela magia de simplesmente ser eu mesmo.
E essa criança que chorou na minha televisão hoje? Qual o tamanho do sofrimento dela?
A idéia de fazer um blog não era pra isso, eu sei. Não era expressar tristeza, revolta. Era pra falar de música, de cinema, de shows, de alegria, mas acho que o blog passa a ser uma espécie de diário de bordo. Para ser lido por quem gosta da gente, quem se interessa pela nossa opinião. Hoje eu tinha que escrever sobre essa tristeza que invadiu minha tarde e perturbou minha noite.
Hoje eu rezo por essas almas que só guardam maldade nos corações, peço que Deus, inteligência maior, senhor da existência, se encarregue deles. E aos que sofrem, rezo para que eles entendam essas provas, espiações, resgate, que nesse momento de dor os torna uma alma maior, mais elevada, evoluida, pronta para um estágio de menos sofrimento.
À todas essas pessoas, eu mando agora uma faixa de luz, contendo todas melhores vibrações que eu tenho comigo.

domingo, 4 de janeiro de 2009

Carta à Elis & Tom

Prezada Elis, Caro Tom;
Sou Juliano, músico, gaúcho, tenho 23 anos, sou grande fã de vocês.
Envio esta carta para agradecer por este disco maravilhoso que vocês fizeram.
Obrigado por terem feito o meu disco predileto.
Que resultado vocês conseguiram!! Que inspiração!!
Você sempre arrasou Elis, mas nesse disco...
Que performance! É inexplicável o quanto você consegue dizer com tudo que canta nesse disco.
Queria tanto ter te ouvido cantar ao vivo...
Quando alguém conta que te assistiu, eu saio de perto com inveja.
"Por toda a minha vida" para mim é a grande gravação do disco, eu tenho essa canção como a ária de uma grande ópera sobre o amor. Não por nada que o Almodóvar colocou a canção inteira, sem nenhum corte ou fade out no melhor filme dele "Fale com Ela".

Tom... Que pessoa é você? Como a música foi tão especial contigo? Você é um mestre sagrado! Meu avô sempre me falou que você era o maior. O mais rico. E você é.
Você deveria ter ficado aqui mais tempo conosco, bem que você podia ser imortal como a sua música.
Eu queria um dia gravar um disco só com tuas canções. Mas... ih, isso está ultrapassado por aqui, todo mundo já fez. Uns tributos foram muito bons, outros nem tanto. Mas eu entendo, todo mundo tem o direito de te homenagear.
Enquanto isso, vou escutando esse disco, fazendo minhas audições e agradecendo a vocês por serem meu alimento e minha inspiração.

Com carinho
Juliano Barreto

sábado, 3 de janeiro de 2009

Minha Heroína

Hoje vou falar de uma pessoa muito especial: Minha Tia Jaqueline.
Compartilhar com vocês um pouco dessa pessoa linda, artista completa e tia fenômenal.
Meu amor por ela começou com a admiração de um fã número um!! Imaginem como eu me sentia, tendo na família uma cantora de voz grandiosa, que sempre viveu da música... Era a prova de que o sonho podia ser real.
Jaque, (como todos a chamam), começou a carreira no coral da UFRGS, depois trabalhou num musical com Oswaldo Montenegro, fez vocais para a banda TNT, os artistas Nei Lisboa, Giba-Giba, Gelson Oliveira, antes de mergulhar no mundo dos corais.
Com os corais, Jaque faz um trabalho diferenciado: Sempre cênico, ritmado, brasileiro, sensível, tornando o resultado de seus grupos alegre e festivo, o melhor que um grupo amador pode ter.
Emprestando sua musicalidade e suingue para os integrantes, que deliram ouvindo sua voz nos exercícios de técnica vocal, Jaque vai melhorando a voz, a desinibição e postura da "tchurma". Eu sei, porquê essa foi a minha escola. Aprendi quase tudo que sei nos corais com a tia Jaque.
O mundo do entretenimento é um desejo distante da tia Jaque, vontade e talento não faltariam, mas a paixão dela mesmo é cantar as canções, com alma. Falta pra ela aquele ácido gástrico necessário para brigar por espaço, ver quem tem o ego maior na fogueira das vaidades do mundo dos famosos, (nessa parte deixa comigo tia jackie, eu tenho estômago suficiente para representar a família).
2008 foi o ano que Jack deu mais um grande ensinamento, longe do campo da música, ela mostrou como superar os obstáculos mais díficeis que a vida volta e meia nos impõe. A luta contra a pior doença que existe é muito difícil. É um inimigo desconhecido, que age silenciosamente, sem conhecermos as sua origem (somente uma lista de possibilidades malígnas, que vai do desodorante com alumínio, ou o
conservante do suco de caixinha até a depressão).
Nesse confronto Jaque lutou com dignidade, cantou e encantou nos shows durante o tratamento, cantamos muitas vezes juntos, inclusive na abertura de um evento grande em canela, nunca vi ela cantar tanto!!! Com tanta gana!!
Passando por isso, Jaque vai voltar com força total em 2009, com sua voz linda e seus corais animados. Assim todos nós ganhamos, eu principalmente por ser sobrinho da minha heroína. Jaqueline Barreto